A Musa Irregular - Couverture souple

Fernando Assis Pacheco

 
9789724117072: A Musa Irregular

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Synopsis

Meu Caro Fernando e Poeta |Li ontem à noite e hoje de manhãzinha de um fôlego a sua lira. Deu-me um prazer imenso intenso – mas não tenso penso – um prazer gozado como aquele que dá uma gostosa luminosa e instrutiva conversa.|E a poesia se não for sobretudo isso (uma conversa) – lembrava-o o Eliot veja lá! – não chega bem a ser coisa nenhuma. Você fala de quase tudo quanto na vida é importante e fala tornando-o para nós também importante. É que às vezes esquecemo-nos e é ao poeta que compete reacender-nos a lembrança.|Por outro lado V. torna-nos sem violência de masinho habitantes da sua paróquia de assombros amores guerra paz aprendizagens revelações desapontamentos medos premonições e amizades (fiz-me assim amigo do falecido padre seu amigo com quem V. falava de poesia). V. gosta da língua das palavras (e da malícia que elas têm) mas gosta ainda mais daquilo para que elas servem.|E assim é que é – digam o que disserem os “souteneurs” de sifilíticas hipóteses que a maturidade não confirma.|Eugénio Lisboa JL 17.9.91|Poeta ficcionista e crítico literário licenciado em Filologia Germânica pela Universidade de Coimbra onde ainda estudante participou em atividades teatrais Fernando Assis Pacheco dedicou-se ao jornalismo como colaborador de|África| |Bandarra|Cabo Verde|Caliban|Diário de Lisboa|Fenda|Nova|O Jornal|Sílex|ou|Vértice|e coordenador do|Jornal de Letras Artes e Ideias| desenvolvendo ainda a atividade de tradutor (traduziu entre outros Gabriel Garcia Márquez e Pablo Neruda). A sua poesia marcada nos primeiros volumes pela experiência traumatizante da guerra colonial insere-se numa tendência realista onde a denúncia social acolhe as inovações do experimentalismo e da pesquisa linguística.

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Reseña del editor

Meu Caro Fernando e Poeta |Li ontem à noite e hoje de manhãzinha de um fôlego a sua lira. Deu-me um prazer imenso intenso – mas não tenso penso – um prazer gozado como aquele que dá uma gostosa luminosa e instrutiva conversa.|E a poesia se não for sobretudo isso (uma conversa) – lembrava-o o Eliot veja lá! – não chega bem a ser coisa nenhuma. Você fala de quase tudo quanto na vida é importante e fala tornando-o para nós também importante. É que às vezes esquecemo-nos e é ao poeta que compete reacender-nos a lembrança.|Por outro lado V. torna-nos sem violência de masinho habitantes da sua paróquia de assombros amores guerra paz aprendizagens revelações desapontamentos medos premonições e amizades (fiz-me assim amigo do falecido padre seu amigo com quem V. falava de poesia). V. gosta da língua das palavras (e da malícia que elas têm) mas gosta ainda mais daquilo para que elas servem.|E assim é que é – digam o que disserem os “souteneurs” de sifilíticas hipóteses que a maturidade não confirma.|Eugénio Lisboa JL 17.9.91|Poeta ficcionista e crítico literário licenciado em Filologia Germânica pela Universidade de Coimbra onde ainda estudante participou em atividades teatrais Fernando Assis Pacheco dedicou-se ao jornalismo como colaborador de|África| |Bandarra|Cabo Verde|Caliban|Diário de Lisboa|Fenda|Nova|O Jornal|Sílex|ou|Vértice|e coordenador do|Jornal de Letras Artes e Ideias| desenvolvendo ainda a atividade de tradutor (traduziu entre outros Gabriel Garcia Márquez e Pablo Neruda). A sua poesia marcada nos primeiros volumes pela experiência traumatizante da guerra colonial insere-se numa tendência realista onde a denúncia social acolhe as inovações do experimentalismo e da pesquisa linguística.

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9789896714758: A Musa Irregular (Portuguese Edition)

Edition présentée

ISBN 10 :  9896714754 ISBN 13 :  9789896714758
Editeur : Tinta da China, 2019
Couverture souple