Falso Tratado De Est?tica. Cet article n’est pas disponible.
Langue : portugais
Edité par Independently published, 2026
- Livre broché
- Neuf

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Livre broché
Etat: Neuf
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A propos de cet article
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N° de réf. du vendeur L2-9798257544910
- Titre
- Falso Tratado De Est?tica
- Auteur
- Fondane, Benjamin
- Éditeur
- Independently published
- Année de publication
- 2026
- État de l'article
- New
- Reliure
- PAP
- Langue
- portugais
- ISBN à 13 chiffres
- 9798257544910
- Poids de l'article
- 122 grammes
Há livros que procuram definir a arte. Outros, defendê-la. Este, ao contrário, a expõe ao risco – e ao fazê-lo, expõe também o homem.
Em Falso Tratado de Estética, Benjamin Fondane não oferece um sistema, nem uma doutrina, nem uma teoria tranquilizadora do belo. O que se encontra aqui é antes um combate: contra a redução da poesia a “conhecimento”, contra sua domesticação pela razão, contra a tentação de transformá-la em objeto explicável, transmissível, inofensivo. Ao longo de fragmentos deliberadamente “desconexos”, o autor desmonta as certezas da estética tradicional e recoloca, com urgência, a questão que ela evitou: por que a arte?
Entre o mito e o intelecto, entre a experiência vivida e sua abstração, a poesia surge como uma força ambígua, irreconciliável com qualquer sistema. Não é ornamento, nem simples expressão, nem técnica dominável: é aquilo que resiste – à explicação, à moral, à utilidade. Por isso mesmo, encontra-se no centro de um julgamento permanente, conduzido tanto pelos filósofos quanto pelos próprios poetas.
Herdeiro de uma linhagem que passa por Charles Baudelaire, Arthur Rimbaud e Stéphane Mallarmé, Fondane escreve sob o signo da crise – não apenas da poesia, mas da própria ideia de realidade. Seu “tratado” é falso porque recusa o que se espera de um tratado: ordem, método, conclusão. Em seu lugar, oferece uma escrita tensa, repetitiva, por vezes contraditória, que busca menos convencer do que atingir.
O que está em jogo, afinal, não é apenas a arte, mas a possibilidade de uma vida que não se reduza ao que pode ser explicado.
Em Falso Tratado de Estética, Benjamin Fondane não oferece um sistema, nem uma doutrina, nem uma teoria tranquilizadora do belo. O que se encontra aqui é antes um combate: contra a redução da poesia a “conhecimento”, contra sua domesticação pela razão, contra a tentação de transformá-la em objeto explicável, transmissível, inofensivo. Ao longo de fragmentos deliberadamente “desconexos”, o autor desmonta as certezas da estética tradicional e recoloca, com urgência, a questão que ela evitou: por que a arte?
Entre o mito e o intelecto, entre a experiência vivida e sua abstração, a poesia surge como uma força ambígua, irreconciliável com qualquer sistema. Não é ornamento, nem simples expressão, nem técnica dominável: é aquilo que resiste – à explicação, à moral, à utilidade. Por isso mesmo, encontra-se no centro de um julgamento permanente, conduzido tanto pelos filósofos quanto pelos próprios poetas.
Herdeiro de uma linhagem que passa por Charles Baudelaire, Arthur Rimbaud e Stéphane Mallarmé, Fondane escreve sob o signo da crise – não apenas da poesia, mas da própria ideia de realidade. Seu “tratado” é falso porque recusa o que se espera de um tratado: ordem, método, conclusão. Em seu lugar, oferece uma escrita tensa, repetitiva, por vezes contraditória, que busca menos convencer do que atingir.
O que está em jogo, afinal, não é apenas a arte, mas a possibilidade de uma vida que não se reduza ao que pode ser explicado.
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