Edité par Matéria Escura Editora Ltda, Brasil
Vendeur : Livraria Ingá, Niterói, RJ, Brésil
EUR 42,36
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Ajouter au panierpaperback. Nas páginas de Juventude eterna, Eduardo Sterzi investiga os nexos entre poesia e mito. Para tanto, o ensaísta parte em busca de poetas que "mobiliza[ra]m a mitologia como algo mais do que um repertório", porque a tomaram como visão de mundo ou mesmo como forma de vida. Interessa-lhe, em especial, o ponto em que se dá o "contágio entre poesia e mundo, entre poesia e vida", colocando no centro de sua reflexão duas figuras fundamentais para entender os caminhos atuais do gênero no Brasil, Paulo Leminski e Torquato Neto, que desataram os limites da poesia e da vida. São raros os autores que dominam, como Sterzi, a capacidade de transitar entre os temas clássicos e os mais absolutamente contemporâneos para investigar os sentidos da poesia, como alguém que se dedica à crítica "não perante os poetas, mas em meio aos poetas", entre os quais, de fato, ele se destaca desde os anos 1990. Poeta-crítico, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em sua trajetória é possível vislumbrar a trama de ideias que é reelaborada no ensaio, porque ele dedicou estudos a Murilo Mendes e Dante Alighieri, à antropofagia e à poesia concreta, entre tantos outros autores e movimentos, sem jamais recuar ou desviar dos desafios que essas obras propõem. Em Juventude eterna, seu percurso é guiado por uma pergunta que os poetas, cada um a seu modo, repetem através dos tempos com palavras, mas também com os próprios passos tortos: em que medida os mitos explicam os mistérios da vida, da morte, da poesia? Nas mãos de um grande ensaísta, no entanto, sabemos que as perguntas às vezes encontram boas respostas, mas, nos melhores casos, voltam ainda mais vivas e inquietantes. É exatamente o que acontece nessas páginas.
Edité par Telaranha Editora e Livraria Ltda
Vendeur : Livraria Ingá, Niterói, RJ, Brésil
EUR 49,52
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Ajouter au panierpaperback. O sintoma, por oposição ao símbolo, nos diz de uma resistência à interpretação que é também um salto à poesia como reinvenção da linguagem. E reinventar a linguagem é reinventar muita coisa mais. Se a poesia, por um lado, é a arte que nos leva a constatar, sempre de novo, que ainda não há povo e ainda não há língua, que talvez nunca haja povo nem língua, que povo e língua são fundamentos faltantes para a fala de cada um (e, no entanto, se fala.), por outro, é também o experimento que nos permite criar, a um só tempo, um povo para uma língua e uma língua para um povo; ou antes: muitos povos para muitas línguas, todos os povos, todas as línguas.
EUR 20
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Ajouter au panierRevue trimestrielle. Ivry-sur-Seine, rédacteur en chef : Henri Deluy. Comité de rédaction : Jean-Jacques Viton, Claude Adelen, Jean-Pierre Balpe, Bernard Vargaftig, Florence Pazzottu, etc. Un volume 13x21cm broché de 146 pages. Bon état. Fondée au début des années 1950 à Marseille par Gérald Neveu, Action poétique est une des revues de poésie de la seconde moitié du XXème siècle en France qui connut la plus grande longévité. Animée par Henri Deluy, de 1958 jusqu'à sa dernière livraison en 2012 (210 numéros), Action poétique inscrit la poésie dans le champ théorique de la création française : désir de changer le monde, de s?ouvrir à lui, à travers des traductions défricheuses, et d?interroger la langue qui permet de lui donner forme. "Une des plus vastes encyclopédies de la poésie, couvrant tous les âges, tous les pays, de Gilgamesh à la poésie multimédia." (Jean-Yves Lacroix, Catalogue Revues, janvier 2019, p.4). Livres.
Langue: portugais
Edité par Telaranha Editora e Livraria Ltda, Brasil, 2024
ISBN 10 : 6585830083 ISBN 13 : 9786585830089
Vendeur : Livraria Ingá, Niterói, RJ, Brésil
EUR 53,05
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Ajouter au panierpaperback. Depois do início com o sucesso do compacto "Eu quero é botar meu bloco na rua" (1972), Sérgio Sampaio (1947-1994) lançou, em vida, apenas três discos e em cada um deles intensificou e deslocou alguns caminhos da canção brasileira, criando versos que se tornaram a própria atmosfera dos anos 1970 e, ao mesmo tempo, uma abertura para fora deles. Melancolia, desbunde, elegância e uma concepção afiada de onde a canção vai e do que ela pode fazer com a gente e com o país. Alinhando Nelson Gonçalves e Torquato Neto, o poeta capixaba fez das tripas coração, e depois do coração tutano. Foi infiel aos gêneros musicais que experimentou e com os quais brincou. Não se deixou pautar pela indústria fonográfica da época. Pelo contrário, brigou com ela. Mas também brigou consigo mesmo. Parecia não caber no papel que tinham criado para ele, nem no papel que ele mesmo tinha criado para si. Não pôde mais gravar discos, continuou compondo, amando e andando e assim seguiu errático vivendo de pequenas apresentações até que não viveu mais. Dizem que fazia música à frente do tempo. Mas não. O que ele fez foi música do seu tempo, música tão boa que segue abrindo caminhos hoje. Sampaio sempre foi poeta, não só porque canções são poemas, mas porque o cantor-compositor mobilizou, como poucos, o corpo da poesia e do poeta como questão da canção. Este livro reúne muita gente boa que agora, por meio dos versos de livro, lê as canções do grande Sampaio, homenageando-as, mas principalmente fazendo delas uma questão para a poesia de hoje.