Editora carambaia eireli (22 résultats)

Edité par Editora Carambaia EIRELI, Brasil, 2026
- Couverture rigide
Vendeur : Livraria Ingá, Niterói, RJ, BrésilLivraria Ingá
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EUR 54,99
EUR 25,80 expéditionExpédition depuis Brésil vers Etats-UnisQuantité disponible : 1 disponible
hardcover. Obra de autora ucraniana que revolucionou a literatura pós-soviética é referência do feminismo e da discussão pós-colonial Uma das 100 mulheres mais importantes do mundo, segundo a BBC Um dos 100 melhores livros da literatura ucraniana, segundo a PEN Mais de dez anos na lista dos mais vendidos Eleito o livro mais influente nos primeiros quinze anos de independência da Ucrânia Traduzido para mais de vinte idiomas Quando Pesquisa de campo sobre o sexo ucraniano, de Oksana Zabuzhko, foi lançado, em 1996, seu impacto foi comparado, pela crítica da época, ao de uma bomba atômica. O romance, que ficou conhecido como a "Bíblia do feminismo ucraniano", acompanha o fim do relacionamento conturbado entre uma poeta, Oksana, e um ambicioso escultor, Mykola K, que vivem nos Estados Unidos logo após a independência da Ucrânia, em 1991. Em meio à dor do rompimento e à análise do comportamento abusivo do parceiro, a narradora relembra outras violências a que foi submetida ao longo da vida, denunciando a ordem estabelecida nas relações de gênero, segundo a qual a mulher está sempre sujeita à opressão social e sexual tanto pelo patriarcado tradicional quanto pelo totalitarismo. Com uma escrita inovadora e atraente, a autora e filósofa, que é hoje uma das intelectuais mais respeitadas na Ucrânia, constrói uma obra cuja repercussão transcendeu fronteiras e disciplinas, sendo tema de estudos pós-coloniais e feministas, e rendeu a ela uma coleção de prêmios e honrarias. Recentemente, a obra ganhou novo fôlego e interesse internacional, desde o início da guerra da Rússia contra a Ucrânia, servindo como retrato literário da luta pelo reconhecimento e pela autonomia do país e de suas mulheres.…

Aforismos Escritores e seu ofício: Planner Modelo 1
Soljenítsyn, Aleksandr; Bierce, Ambrose; Schopenhauer, Arthur; Lorde, Audre; Evaristo, Bernardine; Lewis, C. S.; McCullers, Carson; Baudelaire, Charles; Evaristo, Conceição; Eclesiastes 12:12; Goncourt, Edmond; Goncourt, Jules de; Hemingway, Ernest; Welty, Eudora; Zamiátin, Evgueni; Pessoa, Fernando; Chateaubriand, François-René de; Faye, Gaël; Orwell, George; Sand, George; Santayana, George; Ramos, Graciliano; Flaubert, Gustave; Heine, Heinrich; Thoreau, Henry David; Klíma, Ivan; Huysmans, J-K; Austen, Jane; Jerome, Jerome K.; Ward, Jesmyn; Steinbeck, John; Swift, Jonathan; Renard, Jules; Ribeyro, Julio Ramón; Ross, Lillian; Verissimo, Luis Fernando; de Assis, Machado; Proust, Marcel; Twain, Mark; Angelou, Maya; Kundera, Milan; Mahfuz, Nag
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EUR 25,80 expéditionExpédition depuis Brésil vers Etats-UnisQuantité disponible : 1 disponible
Ajouter au panierhardcover. "Tudo, no mundo, existe para acabar em um livro." - Stéphane Mallarmé "De onde tiro tanto tempo para não ler tanta coisa?" - Karl Kraus "Uma pessoa que quer escrever coisas boas precisa ler coisas ótimas." - Ursula K. Le Guin Um livro-agenda pensado para amantes da literatura. Aqueles que fazem de tudo para encaixar uma leitura entre um compromisso e outro. Aforismos - Escritores e seu ofício é um planner (ou seja, uma agenda permanente, não datada), mas é também um livro. Enquanto o leitor folheia as páginas dedicadas à organização de suas tarefas e compromissos, ao longo de 54 semanas, acompanha uma seleção de 50 aforismos em que escritores e escritoras refletem sobre o seu ofício: ler, escrever, viver de literatura. De uma citação bíblica (sobre fazer livros!) a observações afiadas, o volume reúne frases de 50 escritores de séculos, latitudes e continentes diferentes. De grandes nomes da literatura brasileira, como Machado de Assis e Graciliano Ramos, a nomes essenciais da escrita contemporânea, como Jesmyn Ward e Bernardine Evaristo, sem deixar de lado clássicos como Jane Austen ou Gustave Flaubert. O livro-agenda traz páginas iniciais para planejamento mensal e, em seguida, cada página dupla é dedicada a uma semana. Ao final do volume, há páginas destinadas a um registro das leituras do ano, além, claro, de espaço para montar a lista dos livros que estão na fila para leitura. Encadernado em capa dura, com lombo redondo (para facilitar a abertura) e um fitilho em gorgurão servindo como marca-página, o volume traz, na capa, a referência a uma técnica milenar de decoração de livros, a marmorização. O planner está disponível em quatro modelos, com quatro capas variadas.…

Aforismos Escritores e seu ofício: Planner Modelo 3
Soljenítsyn, Aleksandr; Bierce, Ambrose; Schopenhauer, Arthur; Lorde, Audre; Evaristo, Bernardine; Lewis, C. S.; McCullers, Carson; Baudelaire, Charles; Evaristo, Conceição; Eclesiastes 12:12; Goncourt, Edmond; Goncourt, Jules de; Hemingway, Ernest; Welty, Eudora; Zamiátin, Evgueni; Pessoa, Fernando; Chateaubriand, François-René de; Faye, Gaël; Orwell, George; Sand, George; Santayana, George; Ramos, Graciliano; Flaubert, Gustave; Heine, Heinrich; Thoreau, Henry David; Klíma, Ivan; Huysmans, J-K; Austen, Jane; Jerome, Jerome K.; Ward, Jesmyn; Steinbeck, John; Swift, Jonathan; Renard, Jules; Ribeyro, Julio Ramón; Ross, Lillian; Verissimo, Luis Fernando; de Assis, Machado; Proust, Marcel; Twain, Mark; Angelou, Maya; Kundera, Milan; Mahfuz, Nag
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Ajouter au panierhardcover. "Tudo, no mundo, existe para acabar em um livro." - Stéphane Mallarmé "De onde tiro tanto tempo para não ler tanta coisa?" - Karl Kraus "Uma pessoa que quer escrever coisas boas precisa ler coisas ótimas." - Ursula K. Le Guin Um livro-agenda pensado para amantes da literatura. Aqueles que fazem de tudo para encaixar uma leitura entre um compromisso e outro. Aforismos - Escritores e seu ofício é um planner (ou seja, uma agenda permanente, não datada), mas é também um livro. Enquanto o leitor folheia as páginas dedicadas à organização de suas tarefas e compromissos, ao longo de 54 semanas, acompanha uma seleção de 50 aforismos em que escritores e escritoras refletem sobre o seu ofício: ler, escrever, viver de literatura. De uma citação bíblica (sobre fazer livros!) a observações afiadas, o volume reúne frases de 50 escritores de séculos, latitudes e continentes diferentes. De grandes nomes da literatura brasileira, como Machado de Assis e Graciliano Ramos, a nomes essenciais da escrita contemporânea, como Jesmyn Ward e Bernardine Evaristo, sem deixar de lado clássicos como Jane Austen ou Gustave Flaubert. O livro-agenda traz páginas iniciais para planejamento mensal e, em seguida, cada página dupla é dedicada a uma semana. Ao final do volume, há páginas destinadas a um registro das leituras do ano, além, claro, de espaço para montar a lista dos livros que estão na fila para leitura. Encadernado em capa dura, com lombo redondo (para facilitar a abertura) e um fitilho em gorgurão servindo como marca-página, o volume traz, na capa, a referência a uma técnica milenar de decoração de livros, a marmorização. O planner está disponível em quatro modelos, com quatro capas variadas.…

Aforismos Escritores e seu ofício: Planner Modelo 2
Soljenítsyn, Aleksandr; Bierce, Ambrose; Schopenhauer, Arthur; Lorde, Audre; Evaristo, Bernardine; Lewis, C. S.; McCullers, Carson; Baudelaire, Charles; Evaristo, Conceição; Eclesiastes 12:12; Goncourt, Edmond; Goncourt, Jules de; Hemingway, Ernest; Welty, Eudora; Zamiátin, Evgueni; Pessoa, Fernando; Chateaubriand, François-René de; Faye, Gaël; Orwell, George; Sand, George; Santayana, George; Ramos, Graciliano; Flaubert, Gustave; Heine, Heinrich; Thoreau, Henry David; Klíma, Ivan; Huysmans, J-K; Austen, Jane; Jerome, Jerome K.; Ward, Jesmyn; Steinbeck, John; Swift, Jonathan; Renard, Jules; Ribeyro, Julio Ramón; Ross, Lillian; Verissimo, Luis Fernando; de Assis, Machado; Proust, Marcel; Twain, Mark; Angelou, Maya; Kundera, Milan; Mahfuz, Nag
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Aforismos Escritores e seu ofício: Planner Modelo 4
Soljenítsyn, Aleksandr; Bierce, Ambrose; Schopenhauer, Arthur; Lorde, Audre; Evaristo, Bernardine; Lewis, C. S.; McCullers, Carson; Baudelaire, Charles; Evaristo, Conceição; Eclesiastes 12:12; Goncourt, Edmond; Goncourt, Jules de; Hemingway, Ernest; Welty, Eudora; Zamiátin, Evgueni; Pessoa, Fernando; Chateaubriand , François-René de; Faye, Gaël; Orwell, George; Sand, George; Santayana, George; Ramos, Graciliano; Flaubert, Gustave; Heine, Heinrich; Thoreau, Henry David; Klíma, Ivan; Huysmans, J-K; Austen, Jane; Jerome, Jerome K.; Ward, Jesmyn; Steinbeck, John; Swift, Jonathan; Renard, Jules; Ribeyro, Julio Ramón; Ross, Lillian; Verissimo, Luis Fernando; de Assis, Machado; Proust, Marcel; Twain, Mark; Angelou, Maya; Kundera, Milan; Mahfuz, Na
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Edité par Editora Carambaia EIRELI, Brasil, 2026
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EUR 61,36
EUR 25,80 expéditionExpédition depuis Brésil vers Etats-UnisQuantité disponible : 1 disponible
Hardcover. Etat : New. 1st Edition. New book, unread, in perfect condition. Text in Portuguese. Hardcover, 312 pages, 22 x 13.5 x 2.5 cm, 480 g. Published by Editora Carambaia EIRELI, Brasil, 2026. 1st Edition. Contributors: Borges, Juliana (afterword by); Inglês Von Holdefer, Camila (). Resumo (em português): Ãpico familiar ambientado no Mississippi contemporâneo mescla elementos de romance de formação, conto fantástico e crÃtica social em narrativa primorosa que rendeu à autora seu segundo National Book Award *Selecionado como um dos 100 melhores livros do sà culo XXI pelo The New York Times *Ganhador do National Book Award e considerado o melhor livro do ano de seu lançamento pelo The New York Times, Time, BBC, The New York Times Book Review e The Financial Times. Quando Jesmyn Ward lançou O canto dos insepultos, tornou-se a única autora a conquistar duas vezes o National Book Award, principal distinção literária nos Estados Unidos. O livro, descrito pelos jurados como âuma narrativa primorosa, concisa e de uma eloquência dilacerante, de tirar o fà legoâ, se situa entre um romance de formação e o tÃpico road novel americano, com toques de conto fantástico e uma contundente crÃtica social. O canto dos insepultos conta a histà ria de Jojo, um garoto de 13 anos, e sua irmã mais nova, Kayla. Eles vivem na casa de seus avà s negros, Pop e Mam, enquanto, do lado paterno, os avà s brancos não os reconhecem. Leonie, a mãe, nem sempre presente, à uma mulher atormentada pelo assassinato do irmão, Given â" com quem conversa quando está drogada â", e pela ausência do pai das crianças, Michael, que está preso. Quando Michael está prestes a ser liberado, Leonie, uma amiga e as crianças embarcam numa longa viagem de carro, cruzando o estado para buscá-lo. Nessa jornada, a autora apresenta as complexas dinâmicas afetivas da famÃlia e, a partir dela, compõe um intenso retrato do racismo, da violência e da desigualdade a que está sujeita a população negra no sul dos Estados Unidos. O canto dos insepultos, de 2017, foi selecionado como um dos 100 melhores livros do sà culo XXI na famosa lista do The New York Times, alà m de ganhar o National Book Award e ser considerado o melhor livro do ano pelo The New York Times, Time, BBC, The New York Times Book Review e The Financial Times. à tambà m o segundo romance da autora publicado no Brasil, depois de A descida, lançado pela CARAMBAIA em 2025.…

Edité par Editora Carambaia EIRELI, Brasil, 2024
- Couverture souple
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EUR 64,15
EUR 25,80 expéditionExpédition depuis Brésil vers Etats-UnisQuantité disponible : 1 disponible
Paperback. ? Best-seller do The New York Times ? Prêmio Graywolf de literatura de não-ficção ? Vencedora do Whiting Award ? Selecionada pela revista Granta entre os 21 jovens escritores mais promissores da década nos Estados Unidos Qual é o limite da loucura? O que acontece quando você está convencida de que está morta, de que seus amigos são robôs, ou aranhas estão comendo o seu cérebro? E, apesar de tudo, você está totalmente ciente do que está acontecendo, mas é incapaz de fazer algo a respeito? Esta coletânea de treze ensaios, belamente entrelaçados, se inicia quando a autora, a premiada escritora Esmé Weijun Wang, recebe seu diagnóstico. Anos depois das primeiras alucinações e episódios psicóticos, em 2013 ela é finalmente identificada como paciente de transtorno esquizoafetivo do tipo bipolar. Filha de imigrantes taiwaneses e nascida nos Estados Unidos, Esmé faz, nesta narrativa em primeira pessoa, um relato dessa doença tão desconhecida como estigmatizada. Numa envolvente narrativa, em que relatos pessoais são mesclados a uma rica e aprofundada pesquisa, Wang não foge a nenhuma questão, mesmo as mais dolorosas, em torno de sua mas não apenas sua loucura. Esse trabalho, trabalho prismático e quase enciclopédico, é um testemunho corajoso e comovente, mas não só isso: amplia nosso sentido da existência humana, como observa no posfácio psiquiatra e professor universitário Ary Gadelha. Ao contrário da maioria das obras do tipo, escritas por especialistas ou cuidadores que descrevem a doença de um ponto de vista externo, aqui é o próprio paciente quem conta, em primeira pessoa e especial qualidade literária, o que é viver questionando os limites de sua sanidade mental.…

Edité par Editora Carambaia EIRELI, Brasil, 2026
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EUR 73,32
EUR 25,80 expéditionExpédition depuis Brésil vers Etats-UnisQuantité disponible : 1 disponible
paperback. Livro O diário de um louco: Contos completos de Lu Xun, de Xun, Lu. Editora: Editora Carambaia EIRELI.

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EUR 54,99
EUR 25,80 expéditionExpédition depuis Brésil vers Etats-UnisQuantité disponible : 1 disponible
paperback. Tido pela revista Time como um dos 100 melhores livros de literatura fantástica de todos os tempos, O bebedor de vinho de palma e seu finado fazedor de vinho na Cidade dos Mortos , do escritor nigeriano Amos Tutuola, é considerada a obra seminal da literatura moderna africana. Profundamente enraizado na tradição oral iorubá, o romance leva o leitor por uma jornada plena de maravilhamento e mágica, na qual o personagem caminha de mata em mata, parando em vilarejos e às margens de rios, onde encontra todo tipo de obstáculos e criaturas. Nesse périplo, um herói sem nome leva uma vida de ócio e devaneio bebendo vinho de palma, uma bebida alcóolica fermentada a partir da seiva de várias espécies de palmeira, cercado de amigos igualmente bebedores. Até que seu fazedor de vinho, o único que exerce bem o ofício na região, morre numa queda. Isso obriga o herói a ir buscá-lo na Cidade dos Mortos. Tal um Macunaíma, nessa jornada plena de maravilhamento e mágica, ele encontra todo tipo de obstáculo e de criatura, sobrenaturais e aterrorizadoras, das quais tentará se livrar com a ajuda de jujus , objetos mágicos que lhe conferem poderes especiais. Considerada hoje como a obra seminal da literatura moderna africana, que conquistou escritores como T. S. Eliot, Dylan Thomas, Chinua Achebe, Raymond Queneau e Wole Soyinka, o livro do nigeriano Amos Tutuola (1920-1997) é um trabalho literário sofisticado que transforma a oralidade dos contos e a cosmogonia iorubá em material artístico. …

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EUR 64,15
EUR 25,80 expéditionExpédition depuis Brésil vers Etats-UnisQuantité disponible : 1 disponible
hardcover. Seleção de crônicas raras e inéditas de João do Rio ganha edição especial em comemoração aos 10 anos da CARAMBAIA Numa época em que os jornais funcionavam como uma espécie de tribuna de opinião, e suas colunas eram divididas entre diatribes de caráter político e textos rebuscados nascidos da pena de literatos, surgiu a figura de João do Rio. O autor, homenageado de 2024 na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), inovou e usou as páginas dos diários como terreno de experimentação. Misturou apuração jornalística com estilo literário e ajudou a formatar um dos gêneros mais apreciados pelo leitor brasileiro: a crônica. Gente às janelas reúne um panorama variado dessa produção do autor, com textos raros coletados após quase uma década de pesquisa. Entre os 33 selecionados, encontram-se alguns de seus primeiros e pouco conhecidos contos, como "Impotência" ou "Ódio (Páginas de um diário)", em que aborda a homossexualidade tema pelo qual sofreu ataques e preconceito a vida toda. João do Rio, um flâneur, capturou a essência do Rio de Janeiro, frequentando desde os ambientes chiques até os mais sombrios becos e vielas. Observou as curiosidades e desigualdades da sociedade carioca dos anos iniciais da República, como mostra em crônicas como "Gente às janelas", "Tabuletas", ou "As mariposas do luxo". Com uma abordagem inovadora e estilo muito próprio, o cronista levou o leitor brasileiro para um jogo do estreante foot-ball, satirizou a alta-roda que se reunia nos salões fingindo viver na Europa, visitou os afamados terreiros de candomblé ou pontos de fumo de ópio, lugares onde jornalista não costumava pôr o pé. Ele foi pioneiro ao subir o morro e denunciar as condições de vida nas recém-instaladas e precárias moradias, no raríssimo "Na Favela Trecho Inédito do Rio". Figura controversa, admirada por muitos, foi também alvo de muitas críticas e ataques. João do Rio denunciou injustiças sociais, enfrentou e perpetuou preconceitos, e nunca foi totalmente aceito pelos círculos intelectuais e políticos da época. Gente às Janelas é uma obra indispensável para quem quer entender o legado de João do Rio e sua relevância, mais de um século depois, no gênero no qual se consagrou, a crônica.…

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EUR 73,32
EUR 25,80 expéditionExpédition depuis Brésil vers Etats-UnisQuantité disponible : 1 disponible
hardcover. Um livro ilustrado de ciências, para crianças curiosas. - Finalista do Blueberry Award, de "livros infantis sobre natureza e clima que não estimulam a ansiedade climática" - Exposição na Feira de Bologna de 2025 Uma árvore é mais que apenas uma planta. Escondida e ao mesmo tempo à vista de todos, nas esquinas e quintais por toda parte, ela sustenta um ecossistema inteiro de vida insetos, mamíferos e até seres humanos. Este livro revela como uma única árvore oferece abrigo, alimento e ar puro para uma infinidade de animais e insetos. Dos pássaros que constroem ninhos entre seus galhos às abelhas que coletam néctar de suas flores, ela mantém seu entorno limpo, saudável e seguro. Suas folhas purificam o ar, e as raízes evitam que o solo seja carregado pela chuva. Além disso, os habitantes da árvore ficam protegidos durante as tempestades e as mudanças de estação. O texto do poeta-biólogo David L. Harrison, autor premiado de mais de duzentos livros, informa e encanta os leitores ao abordar o ciclo de vida das árvores ao longo das quatro estações. As ilustrações de Kate Cosgrove dão cor a um mundo encantador, cheio de vida. A dupla, que já recebeu diversos prêmios por outras obras criadas em parceria (E os sapos cantam e O livro da terra, inéditos no Brasil), volta com mais um livro ilustrado que convida os pequenos leitores a se conectarem com o mundo natural ao seu redor. Uma árvore é uma comunidade é perfeito para os jovens naturalistas em formação. Um poema ilustrado que vibra de vida, natureza e descoberta para ler em voz alta, amar e reler.…

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EUR 73,32
EUR 25,80 expéditionExpédition depuis Brésil vers Etats-UnisQuantité disponible : 1 disponible
hardcover. Uma história que explora relações com a família e a natureza, diversidade cultural, e remete o leitor, que é ou já foi criança, às cores, sons, cheiros, texturas e sabores da infância Carmencita não gosta de mangas. Acha que elas são melequentas e deixam fiapo nos dentes. Quando Abuelita pede sua ajuda para colher os frutos do quintal, a menina faz cara feia. Até que um dia, a avó lhe conta um segredo: existe um jeito certo de comer uma manga. Com calma e sabedoria, a Abuelita ensina Carmencita que, para saborear a fruta, deve-se seguir cinco passos. Começa pelo ouvido: é preciso escutar o vento batendo nas folhas da mangueira; depois, sentir os galhos e raízes, tocar e cheirar a fruta com atenção. E por aí vai. Em cada etapa, avó e neta saboreiam os presentes que a Mamá Terra oferece e mergulham nas lembranças afetuosas da família e de sua cultura. Inspirada na infância da autora Paola Santos na Venezuela, Como se come uma manga é uma celebração aos cinco sentidos, à natureza, aos vínculos familiares e às heranças culturais que atravessam gerações e fronteiras. Sem excesso de sentimentalismo, o texto potente é acompanhado dos vibrantes desenhos da ilustradora colombiana Juliana Perdomo, que convidam o leitor de todas as idades a valorizar as lembranças, os cheiros, sabores e sons do presente e do passado, e a valorizar o que a natureza nos oferece. Como se come uma manga saiu no final de 2024 nos Estados Unidos já recebeu várias distinções: selecionado entre os melhores livros para crianças pela Biblioteca Pública de Chicago e pela de Nova York, está na lista dos 100 Best Multicultural Picture Books of 2024 (Colours of Us), entre outras distinções. Tem como público-alvo leitores de 4 a 8 anos. Disseram sobre ele: "Comovente e delicioso. Uma narrativa para ser saboreada." Kirkus Reviews "Irradiando calor e afeto, este livro traz lições sobre os cinco sentidos, o afeto familiar e a gratidão." Publishers Weekly "Vibrante, sensorial e profundamente humano." School Library Journal "Ao mesmo tempo alegre e meditativo, perfeito para introduzir a atenção plena às crianças." BookPage Prêmios e distinções: - Lista dos Melhores livros para crianças pela Biblioteca Pública de Chicago e pela de Nova York; - 100 Best Multicultural Picture Books of 2024 (Colours of Us) - The Best Childrens Books of the Year in Spanish pelo Bank Street College of Education 2025.…

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EUR 73,32
EUR 25,80 expéditionExpédition depuis Brésil vers Etats-UnisQuantité disponible : 1 disponible
hardcover. Uma história que explora relações com a família e a natureza, diversidade cultural, e remete o leitor, que é ou já foi criança, às cores, sons, cheiros, texturas e sabores da infância Carmencita não gosta de mangas. Acha que elas são melequentas e deixam fiapo nos dentes. Quando Abuelita pede sua ajuda para colher os frutos do quintal, a menina faz cara feia. Até que um dia, a avó lhe conta um segredo: existe um jeito certo de comer uma manga. Com calma e sabedoria, a Abuelita ensina Carmencita que, para saborear a fruta, deve-se seguir cinco passos. Começa pelo ouvido: é preciso escutar o vento batendo nas folhas da mangueira; depois, sentir os galhos e raízes, tocar e cheirar a fruta com atenção. E por aí vai. Em cada etapa, avó e neta saboreiam os presentes que a Mamá Terra oferece e mergulham nas lembranças afetuosas da família e de sua cultura. Inspirada na infância da autora Paola Santos na Venezuela, Como se come uma manga é uma celebração aos cinco sentidos, à natureza, aos vínculos familiares e às heranças culturais que atravessam gerações e fronteiras. Sem excesso de sentimentalismo, o texto potente é acompanhado dos vibrantes desenhos da ilustradora colombiana Juliana Perdomo, que convidam o leitor de todas as idades a valorizar as lembranças, os cheiros, sabores e sons do presente e do passado, e a valorizar o que a natureza nos oferece. Como se come uma manga saiu no final de 2024 nos Estados Unidos já recebeu várias distinções: selecionado entre os melhores livros para crianças pela Biblioteca Pública de Chicago e pela de Nova York, está na lista dos 100 Best Multicultural Picture Books of 2024 (Colours of Us), entre outras distinções. Tem como público-alvo leitores de 4 a 8 anos. Disseram sobre ele: "Comovente e delicioso. Uma narrativa para ser saboreada." Kirkus Reviews "Irradiando calor e afeto, este livro traz lições sobre os cinco sentidos, o afeto familiar e a gratidão." Publishers Weekly "Vibrante, sensorial e profundamente humano." School Library Journal "Ao mesmo tempo alegre e meditativo, perfeito para introduzir a atenção plena às crianças." BookPage Prêmios e distinções: - Lista dos Melhores livros para crianças pela Biblioteca Pública de Chicago e pela de Nova York; - 100 Best Multicultural Picture Books of 2024 (Colours of Us) - The Best Children's Books of the Year in Spanish pelo Bank Street College of Education 2025.…

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EUR 73,32
EUR 25,80 expéditionExpédition depuis Brésil vers Etats-UnisQuantité disponible : 1 disponible
hardcover. Um livro ilustrado de ciências, para crianças curiosas. - Finalista do Blueberry Award, de "livros infantis sobre natureza e clima que não estimulam a ansiedade climática" - Exposição na Feira de Bologna de 2025 Uma árvore é mais que apenas uma planta. Escondida e ao mesmo tempo à vista de todos, nas esquinas e quintais por toda parte, ela sustenta um ecossistema inteiro de vida insetos, mamíferos e até seres humanos. Este livro revela como uma única árvore oferece abrigo, alimento e ar puro para uma infinidade de animais e insetos. Dos pássaros que constroem ninhos entre seus galhos às abelhas que coletam néctar de suas flores, ela mantém seu entorno limpo, saudável e seguro. Suas folhas purificam o ar, e as raízes evitam que o solo seja carregado pela chuva. Além disso, os habitantes da árvore ficam protegidos durante as tempestades e as mudanças de estação. O texto do poeta-biólogo David L. Harrison, autor premiado de mais de duzentos livros, informa e encanta os leitores ao abordar o ciclo de vida das árvores ao longo das quatro estações. As ilustrações de Kate Cosgrove dão cor a um mundo encantador, cheio de vida. A dupla, que já recebeu diversos prêmios por outras obras criadas em parceria ( E os sapos cantam e O livro da terra , inéditos no Brasil), volta com mais um livro ilustrado que convida os pequenos leitores a se conectarem com o mundo natural ao seu redor. Uma árvore é uma comunidade é perfeito para os jovens naturalistas em formação. Um poema ilustrado que vibra de vida, natureza e descoberta para ler em voz alta, amar e reler.…

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Ajouter au panierhardcover. Um romance de leitura obrigatória sobre os complexos laços da maternidade lindo e íntimo. Washington Post Li A herança da mãe avidamente, ele me fez refletir muito sobre nosso tempo e o envelhecimento das mulheres. Natalia Timerman, escritora, psiquiatra e autora do posfácio Mitsuki Katsura tem cinquenta e poucos anos, dá aulas em uma universidade em Tóquio e, de um dia para outro, vê-se diante de duas situações incontornáveis. Descobre que o marido, um professor que conheceu quando morou em Paris, está tendo um caso com uma mulher mais jovem. Ao mesmo tempo, se vê obrigada a cuidar da mãe, uma mulher egocêntrica e exigente, cuja saúde frágil exige acompanhamento constante. Lançado como romance-folhetim no jornal de maior circulação no Japão, A herança da mãe retoma esse gênero literário de sucesso no século XIX para discutir a complexidade e os paradoxos da cultura japonesa contemporânea. Minae Mizumura, uma das mais importantes escritoras e ensaístas do Japão hoje, cria, a partir da crise familiar de Mitsuki, um retrato de uma classe média que vive entre os resquícios da sociedade tradicional e o contato com culturas ocidentais, abordando de maneira profunda e delicada temas universais como as relações entre mãe e filha, casamento e fidelidade, envelhecimento e resiliência, sobretudo feminina.…

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hardcover. Lançado originalmente em 1975, Ausência de destino é um dos grandes clássicos da literatura de testemunho do Holocausto. Escrito pelo húngaro Imre Kertész, o romance é baseado na experiência do autor, que foi ele mesmo sobrevivente de campos de extermínio nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. A obra, que rendeu o Prêmio Nobel de Literatura a Kertész em 2002, estava fora de catálogo no Brasil e recebeu nova edição com tradução e posfácio de Paulo Schiller, diretamente do húngaro. O livro acompanha a história de György Köves, um adolescente húngaro de 14 anos que é retirado de um ônibus nos arredores de Budapeste e enviado, junto a outros sessenta meninos, para um trem com destino a Auschwitz. Judeu não religioso e sem a compreensão exata do que estava acontecendo, ele consegue entender, em meio à Babel de línguas e sotaques dos prisioneiros, que deve mentir sua idade. Dessa forma, ao chegar ao campo na Polônia ele escapa do envio imediato à câmara de gás, para onde iam as crianças de até 16 anos, e é designado para trabalhos forçados. Com uma narrativa implacavelmente objetiva, Kertész constrói uma espécie de romance de formação no qual vão sendo desveladas ao leitor, a partir do olhar do adolescente, a brutalidade cotidiana e a complexa luta pela sobrevivência nos campos. A força de Ausência de destino vai, no entanto, muito além do relato pessoal. A hábil construção de Kertész retrata a experiência indizível de sofrimento de um ponto de vista singular: o de um jovem que não se vê como vítima, que busca compreender a realidade à sua volta sem o filtro do heroísmo ou do martírio. Essa perspectiva traz um impacto avassalador, revelando não apenas a violência, mas também a forma como a mente humana tenta se adaptar ao inadaptável. "O romance utiliza o dispositivo alienante de tomar a realidade do campo como um dado adquirido, uma existência quotidiana como qualquer outra", afirmou o comitê sueco do Nobel ao atribuir-lhe o prêmio de literatura em 2002. O próprio escritor declarou em uma entrevista: "Estar muito próximo da morte também é uma forma de felicidade. Apenas sobreviver se torna a maior liberdade de todas". A discussão trazida por esse que é o principal livro de Kertesz chega aos 50 anos com uma assustadora atualidade. "Sempre que se refere a Auschwitz, Kertész diz que não pensa no passado, mas sim no futuro, um futuro sobre o qual a sombra do passado se projeta, ameaçadora", considera, no posfácio da edição da CARAMBAIA, o tradutor, escritor e psicanalista Paulo Schiller. "É possível que neste início de século XXI, o futuro a que Kertész se refere ao falar de Auschwitz esteja se anunciando. A violência e a paixão pela mentira, dois traços fundamentais dos regimes fascistas, parecem renascer e se infiltrar em inúmeras sociedades. O fascismo sempre elege um inimigo externo poderoso, fundamentando-se na promoção da discriminação e de um nacionalismo exacerbado, cujo resultado, como diz Kertész, é, inevitavelmente, o genocídio.".…

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EUR 119,05
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hardcover. "Ugrei? é uma escritora a ser observada, uma autora que merece ser celebrada." Susan Sontag, escritora "Um livro de beleza perturbadora, impactante, nada convencional". Mercedes Monmany, crítica literária Em 1961, morreu Roland, a morsa do Zoológico de Berlim. No estômago do animal foi encontrada uma série de objetos insólitos: um isqueiro cor-de-rosa, quatro palitos de sorvete, um broche em formato de poodle O Museu da Rendição Incondicional inicia-se com a descrição desse curioso inventário como forma de apresentar o próprio livro uma coleção de fragmentos, lembranças, anedotas e episódios dispersos que aos poucos estabelecem relações entre si. Uma mãe que vive em Zagreb durante a guerra mantém um diário e pensa na filha, que se mudou para Berlim. Esta, por sua vez, revê álbuns de fotografia antigos e imagina a fuga da mãe da Bulgária para a Iugoslávia meio século antes. Além disso, descreve um encontro amoroso em Lisboa, em meio a receitas, cartas, relatos da guerra da Iugoslávia, ensaios sobre arte e literatura. Alternando entre o cômico, o melancólico e o mordaz, O Museu da Rendição Incondicional é uma crônica da vida no exílio, e descreve com maestria a vida daqueles que habitam as brechas entre duas culturas. É o principal romance da premiada escritora Dubravka Ugrei? que, assim como a narradora, nasceu na ex-Iugoslávia, de mãe búlgara e pai croata. No início da década de 1990, com a deflagração da guerra, posicionou-se contra os nacionalistas e, após sofrer uma campanha difamatória, teve de deixar o país. Viveu em várias cidades até se estabelecer definitivamente em Amsterdã. O romance, escrito em 1996 numa língua que ainda se denominava servo-croata e era o principal idioma da ex-Iugoslávia, teve tradução direta do original.…

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hardcover. "Ugrei? é uma escritora a ser observada, uma autora que merece ser celebrada." Susan Sontag, escritora "Um livro de beleza perturbadora, impactante, nada convencional". Mercedes Monmany, crítica literária Em 1961, morreu Roland, a morsa do Zoológico de Berlim. No estômago do animal foi encontrada uma série de objetos insólitos: um isqueiro cor-de-rosa, quatro palitos de sorvete, um broche em formato de poodle O Museu da Rendição Incondicional inicia-se com a descrição desse curioso inventário como forma de apresentar o próprio livro uma coleção de fragmentos, lembranças, anedotas e episódios dispersos que aos poucos estabelecem relações entre si. Uma mãe que vive em Zagreb durante a guerra mantém um diário e pensa na filha, que se mudou para Berlim. Esta, por sua vez, revê álbuns de fotografia antigos e imagina a fuga da mãe da Bulgária para a Iugoslávia meio século antes. Além disso, descreve um encontro amoroso em Lisboa, em meio a receitas, cartas, relatos da guerra da Iugoslávia, ensaios sobre arte e literatura. Alternando entre o cômico, o melancólico e o mordaz, O Museu da Rendição Incondicional é uma crônica da vida no exílio, e descreve com maestria a vida daqueles que habitam as brechas entre duas culturas. É o principal romance da premiada escritora Dubravka Ugrei? que, assim como a narradora, nasceu na ex-Iugoslávia, de mãe búlgara e pai croata. No início da década de 1990, com a deflagração da guerra, posicionou-se contra os nacionalistas e, após sofrer uma campanha difamatória, teve de deixar o país. Viveu em várias cidades até se estabelecer definitivamente em Amsterdã. O romance, escrito em 1996 numa língua que ainda se denominava servo-croata e era o principal idioma da ex-Iugoslávia, teve tradução direta do original.…

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EUR 121,80
EUR 25,80 expéditionExpédition depuis Brésil vers Etats-UnisQuantité disponible : 1 disponible
hardcover. Impactante romance sobre a escravidão nos Estados Unidos de autora que já vem sendo chamada de sucessora de Toni Morrison e William Faulkner Uma das escritoras mais poderosamente poéticas do país.The Washington Post A característica marcante da prosa de Ward é seu lirismo. Ward está em sintonia com antecessores como Zora Neale Hurston e William Faulkner.The New Yorker A visão literária de Jesmyn Ward é cada vez mais abrangente e penetrante, abordando questões urgentes sobre o racismo e a injustiça social que estão sendo levantadas pelos americanos. Citação do Prêmio da Biblioteca do Congresso para Ficção Americana Annis é filha de uma mulher escravizada e de seu senhor branco. Arrancada dos braços da mãe, é lançada em uma jornada devastadora, cruzando, acorrentada, o sul dos Estados Unidos. Mas sua travessia é também espiritual: guiada por vozes ancestrais e forças invisíveis, ela resiste, sonha e luta por liberdade. Este romance, marcado pela força da memória e da ancestralidade africana, representa a estreia da escritora Jesmyn Ward no Brasil. Única autora a ganhar duas vezes o National Book Award nos Estados Unidos, vem sendo aclamada como sucessora de Toni Morrison e William Faulkner. Com ecos de Dante e das religiões afro-americanas, A descida transforma o inferno da escravidão em matéria literária, com lirismo, fúria e beleza e consagra Jesmyn Ward como uma das grandes autoras de nosso tempo.…

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hardcover. Impactante romance sobre a escravidão nos Estados Unidos de autora que já vem sendo chamada de sucessora de Toni Morrison e William Faulkner Uma das escritoras mais poderosamente poà ticas do paÃs.â"The Washington Post A caracterÃstica marcante da prosa de Ward à seu lirismo. Ward está em sintonia com antecessores como Zora Neale Hurston e William Faulkner.â"The New Yorker A visão literária de Jesmyn Ward à cada vez mais abrangente e penetrante, abordando questões urgentes sobre o racismo e a injustiça social que estão sendo levantadas pelos americanos.â" Citação do Prêmio da Biblioteca do Congresso para Ficção Americana Annis à filha de uma mulher escravizada e de seu senhor branco. Arrancada dos braços da mãe, à lançada em uma jornada devastadora, cruzando, acorrentada, o sul dos Estados Unidos. Mas sua travessia à tambà m espiritual: guiada por vozes ancestrais e forças invisÃveis, ela resiste, sonha e luta por liberdade. Este romance, marcado pela força da memà ria e da ancestralidade africana, representa a estreia da escritora Jesmyn Ward no Brasil. Ãnica autora a ganhar duas vezes o National Book Award nos Estados Unidos, vem sendo aclamada como sucessora de Toni Morrison e William Faulkner. Com ecos de Dante e das religiões afro-americanas, A descida transforma o inferno da escravidão em matà ria literária, com lirismo, fúria e beleza â" e consagra Jesmyn Ward como uma das grandes autoras de nosso tempo.…

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